CRIAÇÃO
DE MARCAS

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Naming

No caso que apresento aqui o cliente gostaria, além de manter seu nome, criar uma nomenclatura que abrangesse o máximo possível a série de especializações que possui.

Parte vital do processo na construção de uma marca que muitas vezes é negligenciado pela maior parte dos microempresários é o processo de naming.

Naming é um verbo inglês que significa, no campo do design, “dar nome a uma empresa”.

 

Você consegue pensar em algo mais importante do que o nome da sua empresa?

É por isso que o processo que leva à sua criação necessita de muita pesquisa e brainstorm. Se você não está familiarizado com o termo, brainstorm é um método de abstração que tem como objetivo gerar diversas alternativas de nome, sem prévio julgamento, com a intenção de que mesmo alternativas completamente inviáveis possam criar linhas de raciocínio que guiem o designer até a ideia final de nome.

Várias técnicas de criatividade podem ser aplicadas neste processo, mas ele sempre começa e termina da mesma forma:

  1. Pesquisa de similares – evita que sejam criados nomes que já existam ou que remetam a empresas já existentes.
     

  2. Pesquisa no site do INPI – mesmo que uma empresa não exista online, o nome escolhido já pode ter sido registrado no órgão responsável, então é sempre melhor checar.
     

  3. Pesquisa de domínio na internet – o ideal é que o seu endereço eletrônico seja sempre www.suamarca.com.br pois repete um padrão lógico, fácil de memorizar.
     

  4. Disponibilidade de nome nas redes sociais – da mesma maneira que o domínio, nas redes sociais quanto mais próximo o nome da sua marca com o de usuário, mais unidade e facilidade de contato por parte dos seus clientes.

Oferecemos no mínimo 3 opções de nomes livres de registro no INPI, trabalhando com profissionais especializados no assunto.

Marca | Logotipo | Logo

É a primeira coisa que um negócio precisa para ser apresentado aos seus clientes potenciais. Cada designer gráfico possui um método próprio para desenvolver marcas, pois a linha de raciocínio para desenvolvê-la deve se reproduzir no inconsciente de quem vê o produto final. Audacioso não?! Mas esse é justamente o ponto que torna uma marca algo que agrega tanto valor a uma companhia ou a um profissional. A seguir mostro o meu processo e no decorrer da explicação eu apresento algumas imagens da criação da marca “Marcelo Daniel – Personal Lifestyle”.

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Criação de marca

1. Análise de similares

É feita uma pesquisa de marcas já existentes online dentro e fora do campo de atuação do profissional ou do negócio. Particularmente sempre incluo em minhas pesquisas referências nacionais e internacionais, focando sempre em exemplos que possam contribuir esteticamente com a criação da marca.

 

Coletei referências visuais que tivessem o “look and feel” que eu imaginava para a marca.

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2. Painel semântico

Assim como no estudo da Língua Portuguesa há a análise sintática e semântica de sentenças, no Design Gráfico é possível, a partir de um senso visual mais subjetivo, coletar imagens que possuam o tom necessário para a nova marca. Tudo como forma de inspirar uma criação de bases sólidas no que o público se identifica.

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3. Painel de público-alvo

É importante definir detalhes do seu público e torná-lo fácil de personificar. Coletar imagens de pessoas que pareçam fazer parte do mundo no qual seu público pertence irá ajudar a corrigir o tom do projeto de marca. É de acordo com o estilo de vida do público que pode-se traçar uma estimativa do quão extenso pode ser seu repertório de significados.

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4. Aplicações possíveis

Ao criar uma marca é necessário saber quais são as limitações de sua aplicação. No caso de uma empresa de aviação, por exemplo, deve-se levar em conta a complexidade na aplicação do logotipo nas aeronaves, estimando qual pode ser o impacto de pequenos detalhes quando repetidos em larga escala. Em pequenas empresas isso pode ocorrer quando a marca deve ser reproduzida em uma caneta, por exemplo. É necessário que a marca continue visível mesmo que em sua escala mínima, e para isso é preciso pensar em seus aspectos com antecedência.

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Conceito

O conceito é o pilar central de qualquer peça gráfica. Envolve a escolha de cores, formatos e alinhamentos que irão expressar o que foi definido no painel semântico.

Em uma marca geralmente há um conceito central e outros que norteiam visualmente a identidade visual da empresa. Fazem parte do conceito a dualidade entre feminino e masculino; velho e jovem; refinado e bruto; leve e pesado; colorido e unicolor; dinâmico e passivo; geométrico e sinuoso e tradicional e Moderno.

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Hora da mão
na massa

Somente após todo este processo de coleta de referências e da formação do conceito é que são geradas alternativas. São inúmeros os métodos que podem ser utilizados na obtenção de diferentes opções de marca. Alternar entre papéis, tipos de lápis, canetas e marcadores podem trazer novas ideias de estilo e refinamento.

Rascunhos feitos à mão para a geração de alternativas de marca

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Identidade visual

A partir do momento em que é possível visualizar a marca pronta então é necessário desdobrar todo o seu conceito para a papelaria da empresa, anúncios, site e outros elementos digitais. É a unidade visual entre os materiais que solidificará o nome e a marca da empresa, objetivando o momento em que sequer a marca necessite estar presente.

É importante frisar que nenhum trabalho de Design resolverá todos os problemas de marketing de uma empresa. Há muitos outros pontos que influenciam na decisão de compra das pessoas. Mas o Design deve ser o ponta-pé inicial para um plano de soluções.

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL 

 

O Guia de Uso da Marca possui o intuito de dar instruções com relação ao uso da marca e criação de materiais. Inclui: 

  • Explicação do conceito 

  • Grid de construção 

  • Versões de marca 

  • Grafismos e texturas 

  • Reserva de integridade da marca 

  • Redução máxima 

  • Positivo e negativo 

  • Cores Institucionais 

Este material "blinda" o empresário contra o mau uso do próprio investimento que fez na criação da nova marca.